Hipátia de Alexandria – saiba quem foi a importante filósofa do tempos antigos, vitimada por seus pensamentos.

Rainhas Trágicas

Por: Renato Drummond Tapioca Neto

Em algum dia do ano de 415 ou 416 d.C., os pedestres que caminhavam pelas ruas da cidade de Alexandria, no Egito, observavam uma cena que hoje, para nós, pode parecer chocante, mas que naquele período talvez fosse algo comum: uma mulher era abordada em sua carruagem por um grupos de homens, que a arrastaram para dentro de uma igreja, onde ela foi despida e depois apedrejada até a morte. A turba de zelotes era encabeçada por Pedro, mais conhecido como O Leitor. Após a morte da vítima, os assassinos esquartejaram seu corpo e então o queimaram. Mas quem era essa mulher e por que ela teve um fim tão cruel? Nascida possivelmente no ano de 370 d.C., seu nome era Hipátia, uma das maiores pensadoras de seu tempo, além de uma das primeiras mulheres a estudar e ensinar matemática, astronomia e filosofia. Embora ela…

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O islã

  1. O que significa a palavra Islã?

O Islã teve origem na Arábia, região localizada à sudoeste do continente asiático. A palavra árabe islam significa “submissão”. É um significado forte e podemos perceber algo que é essencial nessa religião: o homem deve se entregar a Deus e se submeter à Sua vontade em todas as áreas da vida. Essa é a condição para ser muçulmano (assim é chamado o seguidor do Islã).

A doutrina dessa religião se baseia no Corão ou Alcorão (“recitação”), o livro sagrado dos muçulmanos. Além do livro sagrado, há a Suna, que reúne textos sobre a vida de Maomé (Muhammad), considerado pelos muçulmanos o último profeta enviado por Alá (palavra árabe que significa “Deus”).

  1. Alá se revela a Maomé

Maomé nasceu na cidade de Meca, na Arábia, em 570, importante centro comercial e religioso da Arábia. Além disso, era também um dos centros religiosos da Arábia. As tribos nômades que viviam próximas à cidade já consideravam sagrada a Pedra Negra de Meca, que recebia peregrinações bem antes da época de Maomé. Era lá também que se situava a Caaba (“o Cubo”), um santuário sagrado.

Por morar em Meca, Maomé teve contato com as religiões dos judeus e dos cristãos. Ambas influenciaram muito o profeta.

Todo ano, no mês do Ramadã, Maomé fazia um retiro espiritual. Num desses retiros, no ano de 610, ele teria recebido mensagens (“revelações”) do anjo Gabriel. A partir de então, passa a divulgar a sua doutrina, que condenava a adoração de ídolos e imagens e afirmava a existência de um único Deus. Essas revelações estão contidas no Corão.

Antes de morrer, em 632, Maomé tinha conseguido unir as tribos e transformá-las num só domínio, onde a religião se tornou mais importante que os antigos laços familiares e tribais.

Segundo o Corão, “não deve haver coerção em matéria de fé”. Ou seja, a conversão no Islã não deve ser imposta. Isso fez com que os muçulmanos adotassem uma postura de tolerância com os povos dominados, deixando com que eles mantivessem costumes, propriedades e práticas religiosas, em troca do pagamento de impostos. Isso contribuiu na consolidação da hegemonia do Islã.

  1. As obrigações religiosas: os cinco pilares

Os ensinamentos do Corão, que junto com a Suna fornecem a base dos cinco pilares do Islã, apresentam a religião muçulmana como a conclusão e o aperfeiçoamento do judaísmo e do cristianismo.

3.1. Profissão de fé: todo muçulmano deve fazer o testemunho oral de que “não há outro Deus senão Alá, e Maomé é seu Profeta”. A conversão de um novo fiel acontece quando ele diz essas palavras na presença de um imã (sacerdote).

3.2. Oração: praticada cinco vezes ao dia, é o principal ato de adoração do muçulmano e é obrigatória no Islã. Elas podem ser ditas em qualquer lugar, desde que os seus gestos estejam sempre dirigidos para Meca. A maioria das orações islâmicas são fórmulas fixas. Embora exista também a oração espontânea, na qual o fiel pode se dirigir a Deus para falar de algo pessoal, a oração ritual deve ser dita em primeiro lugar. Ela consiste sobretudo em louvores a Deus.

3.3. Doação: todo muçulmano deve destinar uma parte dos seus ganhos (2,5%) para os mais necessitados. A doação “purifica” os bens do muçulmano e também contribui para a solidariedade entre os fiéis. O objetivo é diminuir as desigualdades entre ricos e pobres, sem interferir no princípio da propriedade privada.

3.4. Jejum: acontece durante o mês do Ramadã. Durante o jejum, é proibido comer durante o dia por um mês inteiro. É um período de grande religiosidade para os muçulmanos e simboliza o retiro que cada muçulmano deveria fazer, como fez Maomé.

6.5. Peregrinação a Meca: todo muçulmano adulto que disponha de meios para realizar uma peregrinação a Meca deve fazê-lo pelo menos uma vez na vida. Ali se encontra o santuário sagrado mais antigo do islã, a Caaba. Para os muçulmanos, Meca e a Caaba são o centro do mundo. Não só os fiéis se voltam para Meca quando oram; também as mesquitas são construídas com o eixo mais longo apontando para lá. Quando os peregrinos se aproximam de Meca, passam a usar vestes brancas.

Fórum de discussão (turmas de 3º ano) | Tema: “Crônicas de uma viagem na Índia”

Ruinas de Hampi India

O blog 360meridianos foi criado por um grupo de jornalistas brasileiros que viajaram por diversas partes do mundo e usam o site para escreverem relatos de suas viagens e dicas para quem pretende conhecer outros lugares no mundo. Dois dos autores do blog viveram e trabalharam na Índia durante seis meses. E um dos resultados dessa jornada foram várias postagens sobre roteiros de viagens, guias sobre costumes e muitas impressões pessoais. Nesse fórum de discussão, vocês vão escolher uma das postagens sobre a Índia e escrever um comentário crítico sobre o mesmo. Não esqueçam de indicar no comentário o título da postagem escolhida.

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O incrível guia da barganha

Roteiro de viagem pela Índia espiritual

As mulheres na Índia… ou a falta delas

No salt, no massala, no chilli!

Guia de monções asiáticas

E quando você não concorda com a cultura que visita?

Como eu consegui trabalho na Índia

Festivais na Índia

Holi: o festival indiano das cores

Moda praia na Índia

5 coisas que você só vai ver na Índia

7 coisas que não existem na Índia – e você não sabia disso Continuar lendo “Fórum de discussão (turmas de 3º ano) | Tema: “Crônicas de uma viagem na Índia””

Fórum de discussão (turmas de 1º e 2º ano) | Tema: Roteiros de viagem

Kerala, cidade de Alleppey
Kerala, no sul da Índia.

O blog 360meridianos foi criado por um grupo de jornalistas brasileiros que viajaram por diversas partes do mundo e usam o site para escreverem relatos de suas viagens e dicas para quem pretende conhecer outros lugares no mundo. Dois dos autores do blog viveram e trabalharam na Índia durante seis meses. E um dos resultados dessa jornada foram várias postagens sobre roteiros de viagens, guias sobre costumes e muitas impressões pessoais. Nesse fórum de discussão, vocês vão escolher uma das postagens sobre cidades indianas e escrever um comentário crítico sobre a mesma (qual a cidade escolhida?, como ela é?, o que mais gostou dessa cidade?, o que menos gostou?).

Não esqueçam de escrever o nome/sobrenome e a turma.

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Alleppey: a cidade turística do Kerala

Agra: Taj Mahal, ohh, Taj Mahal

Agra: A cidade além do Taj Mahal

Agra: onde ficar e dicas de hospedagem

Amritsar:  O templo dourado e outras histórias

Calcutá: o grande nada da cidade da Madre Tereza

Chandigarh: Selva de pedra

Chandigarh: Você não está na Índia

Goa:  A Índia que já foi portuguesa

Hampi: Em busca da cidade perdida

Jaipur: a cidade rosa do Rajastão Continuar lendo “Fórum de discussão (turmas de 1º e 2º ano) | Tema: Roteiros de viagem”

Música | Raul Seixas e o Bhagavad Gita

Pallavi Barooah: RADHA KRISHNA, An acrylic on canvas painting
Fonte: Pinterest.

A religião hindu se baseia em várias coleções de livros sagrados. Uma dessas coleções é o Mahabarata, uma série de poesias épicas que contam as histórias dos deuses. Dentre os textos do Mahabarata está o poema Bhagavad Gita (“Canção de Deus”). Esse texto relata um diálogo entre Krishna (um avatar do deus Vishnu) e o seu discípulo Arjuna. Kishna explica ao seu discípulo uma parte do que ele é. O cantor Raul Seixas e o escritor Paulo Coelho se basearam nesses versos para compor a música “Gita”, interpretada por Raul.

O canal Filosofando à Toa fez uma análise interessante da letra da música e a relação que ela tem com os ensinamentos hindus:

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